O que é Earned Paid Owned Media?

O que é Earned Paid Owned Media?

Quando pensamos na abordagem ao Digital, e antes de fazer seja o que for, pensamos na estratégia.

O que pensar para construir a estratégia de Digital?

  • Quem queremos impactar com a nossa comunicação?
  • Onde andam os nossos potenciais Clientes?
  • Qual a nossa proposta de valor diferenciadora?
  • De que recursos dispomos?

Estas são algumas das perguntas que temos de colocar. Quando as respostas começam a aparecer, dando origem a ações concretas, é preciso organizá-las.

E o modelo Earned Paid Owned Media é uma boa forma de o fazer.

Como funciona?

Earned Media

A comunicação por parte de terceiros, que conquistámos. Por termos algo a dizer, outros fazem referência a nós, sem lhes pagarmos por isso. É exemplo disso as referências em publicações online.

Paid Media

A comunicação em espaço comprado. Sob a forma de anúncios online em sites, resultados de pesquisa, redes sociais, email Marketing, entre outros.

Owned Media

A comunicação nas nossas plataformas, ou em plataformas de terceiros, onde estamos de forma orgânica. O nosso site é o melhor exemplo. Mas também a nossa página em redes sociais ou no Google MyBusiness.

A que temos sempre de assegurar é a Owned Media.

Fazer uma campanha de publicidade que não esteja refletida no site da empresa faz com que não se possa tirar máximo partido de todas as possibilidades.

Já a Earned é obviamente a mais difícil, por depender de outros e poder demorar algum tempo até aparecerem resultados.

As efemérides nos conteúdos

As efemérides nos conteúdos

Hoje é Dia de São Valentim. O que me fez lembrar o uso das efemérides nos conteúdos, principalmente em redes sociais. Faz sentido… ou nem por isso?A minha resposta? Depende, o que já vai sendo um hábito ?

As efemérides são uma ótima fonte de inspiração para gerar conteúdos novos diariamente.

No entanto, quando usadas sem uma ligação à marca, fazem pouco por ela. A chamada relevância, que se aplica aos nossos Clientes mas também às nossas marcas.

Por isso, quando pensar que efemérides acha interessante usar, pense também. O que posso criar, ligado a estas efemérides, que só poderia ser eu a dizer?

Esse é o caminho. Não é fácil mas no final é o que irá garantir coerência, alinhamento com o seu posicionamento e recordação dos seus conteúdos. E desse lado, efemérides para conteúdos, Sim ou Não?

O que é uma USP?

O que é uma USP?

USP = Unique Selling Proposition

OU

Proposta Única de Valor

Hoje em dia, os produtos são muito semelhantes entre si, sendo difícil oferecer algo verdadeiramente inovador. Pelo menos durante muito tempo.

A USP serve para criar essa diferenciação na mente dos Clientes, comunicando-a de forma ativa.

Pode ser um pormenor de produto, ou a forma como é apresentado ou distribuído. Será preciso ser criativo e (sempre) pensar o que irá valorizar o nosso Cliente e o que comunica a nossa Concorrência.

Se uma empresa não comunicar o seu fator diferenciador, os Clientes irão criá-lo no seu lugar. E, claro, geralmente é o Preço.

Vejamos um exemplo de USP!

A Avis era sempre a rent-a-car nº 2 no mercado e estava a passar dificuldades. Criou uma campanha de publicidade com a USP “We’re number two. We try harder” Com esta USP, a Avis passou de nº 2 a líder!

Porque amamos marcas?

Porque amamos marcas?

Uma love brand é uma marca que atrai pessoas. A um ponto em que a marca é confundida com uma pessoa real, com sentimentos, ações humanas e características pessoais.

Ser uma love brand é o Olimpo para as marcas…

… e quase nenhuma lá chega.

Há uns anos, um autor enunciou 3 fatores que podem tornar marcas em love brands:

  • Mistério – a marca conta histórias? E ao fazê-lo, inspira os consumidores a sonhar?
  • Sensualidade – a marca pode ser sentida? Tem um certo visual, som ou sentimento?
  • Intimidade – o consumidor sente emoção com a marca?

Claro que isto não basta para tornar uma marca numa love brand. Valor, um posicionamento bem definido e uma excelente experiência com a marca são as bases sobre as quais o Amor se constrói!

Contar histórias vende?

Contar histórias vende?

Recentemente contactei uma fotógrafa e pedi um orçamento para uma sessão pessoal. Disse-lhe que detestava tirar fotografias ? E pedia a ajuda dela para conseguir algo que não fosse muito formal e que fizesse transparecer quem sou.

Isto foi o que ela me respondeu:

Entendo perfeitamente o que me escreves, pois sinto exactamente o mesmo, ao ponto de se tivesse que escolher entre dentista e sessão fotográfica em estúdio, estaria no minuto seguinte sentada na cadeira azul, com babete e tudo e a pedir o “bochecho de menta”.

Estou constantemente a necessitar de fotografias, e a conhecer pessoas como nós, e a conclusão a que cheguei é que não podes fazer ninguém sentir-se à vontade num estúdio fotográfico, por muito bom fotógrafo / psicólogo que sejas. Todo o ambiente é constrangedor e estranho, pelo que é compreensível quando dizes que não te reconheces nas fotografias, não é simplesmente o teu lugar, não estás à vontade e tudo isso transparece.

Assim sendo, ofereço opções para ultrapassar este obstáculo, como deslocar as luzes de estúdio até tua casa ou fotografar-te num qualquer local ao ar livre onde te sintas tranquila – para mim é a Gulbenkian ou o Jardim Botânico porque são zonas frescas desta cidade cheia de sol.

A história que ela me contou envolveu-me tanto que, quando cheguei ao final do email, o valor que ela pedia pareceu-me perfeitamente razoável.

E estou certa que assim não teria sido se ela tivesse simplesmente respondido com o valor do trabalho.